aqueles sorrisos sobem juntos todos os dias, os olhares cheios depromessas, os lábios cheios de beijos, sentam-se lado à lado.
Todo o dia é assim, lá vêm eles, matutinos, sorridentes... Hei! Onde estão os sorrisos? vejo apenas um par de olhos tristonhos, que se juntam três paradas depois a um sorriso amarelo...
E agora todo o dia é assim, sem beijos, sem carícias, sem promessas...
Pegando o mesmo ônibus, todo o dia, aquele amor também foi passageiro...
Poesias, contos crônicas... Divagações de uma borboleta que têm asas feitas de grafite numa folha de papel...
quinta-feira, 21 de dezembro de 2006
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
Rótulos...
Coisas inerentes à nossa natureza, penso eu.
Temos a necessidade de, imediatamente, diante do novo, começar a rotulá-lo. Assim fazemos com os objetos, os pensamentos e, obviamente, com as pessoas.
Por que não nos contentamos em simplesmente aproveitar a companhia de alguém? Por que a primeira coisa que nos perguntamos é como vamos rotular este alguém? E assim começamos a colocar títulos que melhor nos convém - de prefer~encia com o pronome possessivo "meu" bem pronunciado e colocado à frente do "honroso título" conferido sem consulta prévia ao tal indivíduo.
E assim nascem o "meu" ficante, o "meu" amigo colorido, o "meu" namorado, o "meu" qualquer coisa! Em primeiro lugar: Não tenho título de propriedade sobre ninguém, portanto não tenho o direito de chamar qualquer pessoa de "meu". Em segundo lugar: quem disse que tenho méritos para deter tal propriedade? Não os tenho, portanto nada de "meu".
Acho que foi isso que tentei te dizer e só agora minha mente digeriu e elaborou. Não quero ninguém "meu", quero alguém especial em um momenteo especial, e aó. E se este momento acabar qeuro lavar comigo as boas lembranças, ser feliz pelo que foi e não sofrer pelo que poderia ter sido...
Temos a necessidade de, imediatamente, diante do novo, começar a rotulá-lo. Assim fazemos com os objetos, os pensamentos e, obviamente, com as pessoas.
Por que não nos contentamos em simplesmente aproveitar a companhia de alguém? Por que a primeira coisa que nos perguntamos é como vamos rotular este alguém? E assim começamos a colocar títulos que melhor nos convém - de prefer~encia com o pronome possessivo "meu" bem pronunciado e colocado à frente do "honroso título" conferido sem consulta prévia ao tal indivíduo.
E assim nascem o "meu" ficante, o "meu" amigo colorido, o "meu" namorado, o "meu" qualquer coisa! Em primeiro lugar: Não tenho título de propriedade sobre ninguém, portanto não tenho o direito de chamar qualquer pessoa de "meu". Em segundo lugar: quem disse que tenho méritos para deter tal propriedade? Não os tenho, portanto nada de "meu".
Acho que foi isso que tentei te dizer e só agora minha mente digeriu e elaborou. Não quero ninguém "meu", quero alguém especial em um momenteo especial, e aó. E se este momento acabar qeuro lavar comigo as boas lembranças, ser feliz pelo que foi e não sofrer pelo que poderia ter sido...
domingo, 3 de dezembro de 2006
Coisas do coração...
Ah...
Veja bem que coisas estranhas este órgão metafórico faz com a gente...
Agora tenho:
Um muso inspirador inatingível, e por isso mesmo inspirador...
Um admirador secreto (ou nem tanto, pois conheço seu apelido, mas não consigo me lembrar ao certo quem é! Estou me corroendo de curiosidade!)
E, por fim, um menino lindo e perfeitamente ao meu alcance! Um moço que tem alegrado alguns dos meus dias e, não sei se feliz ou infelizmente, está ocupando aos poucos seu espaço na minha vida... Hum... Não estou disposata a me apaixonar por alguém de carne e osso, mas como resistir??
Bem, o melhor é deixar a vida correr seu curso... Ah! O coração... como é bom tentar entender seus desmandos... Como é bom se deixar levar por ele! Mas, a cabeça racional demais não quer deixar e não se permite viver as coisas lindas que um romance bobinho pode trazer...
Veja bem que coisas estranhas este órgão metafórico faz com a gente...
Agora tenho:
Um muso inspirador inatingível, e por isso mesmo inspirador...
Um admirador secreto (ou nem tanto, pois conheço seu apelido, mas não consigo me lembrar ao certo quem é! Estou me corroendo de curiosidade!)
E, por fim, um menino lindo e perfeitamente ao meu alcance! Um moço que tem alegrado alguns dos meus dias e, não sei se feliz ou infelizmente, está ocupando aos poucos seu espaço na minha vida... Hum... Não estou disposata a me apaixonar por alguém de carne e osso, mas como resistir??
Bem, o melhor é deixar a vida correr seu curso... Ah! O coração... como é bom tentar entender seus desmandos... Como é bom se deixar levar por ele! Mas, a cabeça racional demais não quer deixar e não se permite viver as coisas lindas que um romance bobinho pode trazer...
sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
Fonte de inspiração
Todo poeta tem sua musa... Eu tenho meu "muso"...
seus olhos são os mais doces e meigos que existem, sua pele a mais macia, sua voz a mais terna e delicada.
Seu andar por entre os descaminhos da minha vida é contínuo e sem rumo, uma faísca que me encendeia a alma, me faz sentir mais alegria e faz minha vida mais colorida quando seu sorriso me ilumina um dia cinza.
Obrigada por existir e por, sem saber, inspirar minhas palavras. Só te peço uma coisa: Nunca me ames, ou perderás o doce encanto de ser inatingível...
seus olhos são os mais doces e meigos que existem, sua pele a mais macia, sua voz a mais terna e delicada.
Seu andar por entre os descaminhos da minha vida é contínuo e sem rumo, uma faísca que me encendeia a alma, me faz sentir mais alegria e faz minha vida mais colorida quando seu sorriso me ilumina um dia cinza.
Obrigada por existir e por, sem saber, inspirar minhas palavras. Só te peço uma coisa: Nunca me ames, ou perderás o doce encanto de ser inatingível...
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