aqueles sorrisos sobem juntos todos os dias, os olhares cheios depromessas, os lábios cheios de beijos, sentam-se lado à lado.
Todo o dia é assim, lá vêm eles, matutinos, sorridentes... Hei! Onde estão os sorrisos? vejo apenas um par de olhos tristonhos, que se juntam três paradas depois a um sorriso amarelo...
E agora todo o dia é assim, sem beijos, sem carícias, sem promessas...
Pegando o mesmo ônibus, todo o dia, aquele amor também foi passageiro...
Poesias, contos crônicas... Divagações de uma borboleta que têm asas feitas de grafite numa folha de papel...
quinta-feira, 21 de dezembro de 2006
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