Poesias, contos crônicas... Divagações de uma borboleta que têm asas feitas de grafite numa folha de papel...

sábado, 25 de novembro de 2006

Arsenal de poemas antigos

Só pra mater as coisas atualizadas, porque os novos estão perdidos entre os textos de antropologia...

este é de uma frase saindo do casulo, é um pouco triste mas eu gosto...

Acho que estou mais feliz que naquela época, isto é bom.

"Bato as asas e descubro

Ainda vôo

Deixo o céu limpo

Quero um dia cinza!

Quero uma nuvem de chuva!

Chega de belos dias

Quero a beleza da noite

Das nuvens

Das cores

E amores..."

sábado, 4 de novembro de 2006

Que são poemas?

Não são então suspiros intermináveis
Tristezas insondáveis
dores indeléveis de uma alma sem sentir

deixa a alma resplandecer em lágrimas cálidas
E calar nos braços de uma folha de papel