Poesias, contos crônicas... Divagações de uma borboleta que têm asas feitas de grafite numa folha de papel...

sábado, 19 de agosto de 2006

Encomendas

Quando vieres me ver
traga-me o cheiro de mato
Um que outro raio de sol
E a brisa matutina
Que sopra à janela do teu quarto

Quando vieres me ver
Prepara-me uma surpresa
Embrulhando em folha de seda
As notas da nossa canção
Junto ao calor da noite primeira

E se sobrar espaço na mala
Põe um pouco do carinho
Guardado numa noite de março
Traga pra mim um abraço
Que pra nunca eu esquecer de ti

domingo, 13 de agosto de 2006

Borboleta de chão, isso é o que sou...
Tenho asas que não sei pra que servem, bato asas vermelhas e frenéticas e não saio do chão!
Então me veio a poesia, e com ela ganhei novas asas...
Não são belas, nem rubras, nem flamejantes, mas me fazem voar longe...
e nas asas gráficas destas teclas vou à lugares que ninguém jamais alcançará. Alcanço as profundezas da minha mente e puxo idéias moribundas que não mais tinham esperança de viver...
E assim, juntando palavras desconexas e sem sentido dou vazão aos meus sentimentos mais reclusos e faço minhas minhas próprias palavras, que nunca serão compreendidas, mas tentam explicar um pouquinho do que sou...

Beijos aos meus visitantes, esforcem-se para me decifrar, pode ser divertido!