Poesias, contos crônicas... Divagações de uma borboleta que têm asas feitas de grafite numa folha de papel...

sábado, 24 de junho de 2006

"Poemas de amor são fotografias da alma"

Como velhos sorrisos lá estão eles, em palavras já sem dsentido.
Reportam à momentos, doces ou não... Os sentimentos estão lá, estanques, em versos.
Como poses para uma câmera, sem o engano das imagens...


nada de novo...
Nenhuma novidade se revela em tuas palavras
Releia, revise, retome o que eu já disse!
Veja bem! Tudo o que havia pra dizer já foi dito!
Agora não me importune, preciso de ar!!

terça-feira, 13 de junho de 2006

Um doce martírio...

Algo de inexplicável, a caneta parece um imã a puxar minha mão, já dolorida. É o preço que pago - toda paixão também tem um pouco de dor - não consigo parar, é como um vício.
Das mãos freneticamente saem palavras, nem sempre com um sentido certo, mas sempre apaixonadas. A mente ferve e o corpo treme, não consegue acompanhá-la! Escrever é antes de tudo um angústia, uma tentativa desesperada de, com caneta e papel na mão, transmitir meus pensamentos.
Desespero-me ao ver que a mão já não é tão ágil, a caneta parece escorregar, os dedos tremem, a letra falseia. Cada vez o esforço é maior e mais dolorido, mas inexplicavelmente não consigo parar. Estas teclas não substituem meus rabiscos e não servem para criar, apenas copiam.
Incomparável é a beleza da tinta tocando o papel, já escrito, roto, amassado, a dor é forte, mas não ligo, o que preciso é concretizar o meu amor, deixar que as palavras corram soltas, livres, como borboletas em uma folha de papel...

sexta-feira, 2 de junho de 2006

Muito o que escrever...

Música pra ouvir em alto e bom som. Música pra escutar baixinho...
Música pra embalar sonhos, música pra embalar amores, música pra embalar dores, pra embalar a vida!
Música pra mim, música que quero, música que escrevo, música que escuto, música que danço. Música pra ti! música que uso, que me declara, música em que digo EU TE AMO!