Poesias, contos crônicas... Divagações de uma borboleta que têm asas feitas de grafite numa folha de papel...

sexta-feira, 21 de abril de 2006

Amor...

Dói demais quando se descobre o que é amar de verdade...
Quando a gente ama deixa o ser amado andar sozinho, seguir seu caminho, ser feliz e isso é sempre muito difícil!
É difícil admitir que a felicidade da outra pessoa pode ser longe, pode não ser a que sonhei. É duro ver alguém que se ama seguindo seu caminho independente, distante e Bem!!!!
Mas é necessário...
E quem sabe um dia estes caminhos voltem a se cruzar, já mais precisos e felizes, e quem sabe um dia a gente possa voltar a viver bem, um ao lado do outro...

Te amo pra sempre, independente de tudo...

sexta-feira, 7 de abril de 2006

Noite quente, cabeça girando... Já não sei se beijei ou se fui beijada, se foi devaneio, sonho, ou nada...
Aquele sorriso maroto me olhado meio de lado me diz, não foi um sonho... Nossos lábios se tocaram e a noite foi como sonhei, ou relembrei, ou delirei!
Os olhos se abrem, o cheiro adocicado- perfume demasiado feminino para aquele homem que sentou a meu lado- Me tira do mundo de lembranças... Foi há tanto, faz tão pouco, e já não sei se foi mesmo como lembro.
Ontem o encontrei, o coração quiz pular, a mente não deixou. O coração resignado conforma-se, sem o pensamento não consegue sentir. Mas o sentimento vem, e parece aborrecido, não reluta em ser deixado de lado, já não é o mesmo, ou trocou de lado, torce por outro e por ele empreende suas forças.
O coração não dispara, os olhos parecem pálidos, a boca sonolenta não pronuncia os sons que dela saem. Nenhum é mais o mesmo, coração, olhos, boca, desejo, nada disso tem mais valor, ou têm?
Não sei, o que sei é que já não é igual, ou é mas a cena é outra, os personagens novos e a atuação muito mais brilhante e convincente. Aprendi a sentir ou a atuar, não descobri ainda, mas ambos me completam, então, que importa?